o que é yoga mitos e verdades

O que é Yoga – Tudo o que você precisa saber para iniciar a prática

Quem sou eu? Por que estou aqui? Como posso perceber a verdade? Como posso equilibrar a minha vida que está fora do eixo?

Essas perguntas nos acompanham desde que nos entendemos por seres encarnados em corpos humanos, e realmente queremos encontrar as respostas.

Muitos se acomodaram a procurar a felicidade e a realização no mundo exterior. O mundo em que vivemos aparentemente nos leva a acreditar que nos satisfaremos com as coisas externas, lamentável engano, vez que o ser humano nunca se satisfará apenas com o mundo material.

Certamente você sabe disso! Quantas pessoas já alcançaram de tudo na vida material, porém ainda continuam infelizes, ou buscando melhorar, ou buscando “algo mais”, e a satisfação nunca vem.

Em virtude disso, o tempo nos mostra que não existe nada fora de nosso Ser que possa nos satisfazer, precisamos nos internalizar e encontrar a alegria sempre nova dentro de nós mesmos.

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Assim realmente podemos perceber a Verdade, com base em nossas próprias conclusões e experiências, sem a venda da ilusão de maya, sem o que o sistema nos impõe como “verdade”, quando nos interiorizamos descobrimos o nosso poder interior e passamos a compreender a essência do nosso verdadeiro Eu.

“Nesse transparente lago da consciência, contemplamos dentro de nós a imagem refletida do Divino” – Sri Daya Mata

Vem comigo, vamos viajar por este fantástico universo da Yoga!

Redescobrimento da Yoga

A Índia é um país exótico e misterioso aos olhos dos milhares de viajantes ocidentais que têm percorrido suas terras e cultura. Com sua mística e sabedoria profundas, que desafiam os milênios, desenvolveu artes e ciências que, a muito custo, conseguimos igualar e raramente ultrapassar, e guarda segredos que, segundo a tradição, somente serão revelados em séculos vindouros, para as nações que ostentarem os méritos exigidos para tal recompensa.

Para os “Panditas”, os eruditos da Índia, seu país tem um destino traçado por mãos invisíveis. A Índia teria sido feita depositária das lições que um dia devolverão ao resto da humanidade a pureza espiritual perdida em um passado remoto, que teria levado consigo o manancial de saber que nutria o coração dos primeiros homens. O destino da Índia seria, então, o de educar o mundo ou melhor, de reeducá-lo.

A veracidade dessas assertivas não é possível comprovar. O fato é que, desde o fim do século XVIII, quando, Sir William Jones traduziu para o inglês um grande número de manuscritos da língua sânscrita, um poderoso movimento formou-se, arrastando as produções do intelecto indiano para todas as partes do mundo. Um fascínio irresistível levou o pensamento e a espiritualidade indianas para Alemanha, Itália, França, Inglaterra, e daí para quase todos os demais países do Ocidente.

Dessa corrente migratória, que já tem dois séculos, faz parte a popularização da prática e do estudo da Yoga. No entanto, essa disciplina indiana chegou ao Ocidente de maneira um tanto inadequada, descrita pelo ponto de vista de alguns instrutores modernos que se atêm excessivamente às práticas corporais, deixando omissos os elementos filosóficos do Sistema. A solução para cobrir essa lacuna histórica seria a difusão dos Sutras da Yoga.

A Yoga é, talvez, o mais difundido sistema filosófico (darsana) indiano. Cada Sistema Filosófico da Índia está baseado em uma obra fundamental que lhe dá os princípios gerais e delineia sua estrutura lógica.

Obs: A palavra indiana darsana (pronuncia-se “dárchana”) tem origem no verbo drs, que significa “ver”. Expressa uma maneira de observar as coisas, um ponto de vista. Com ela se designavam os Sistemas Filosóficos. Os seis sistemas considerados ortodoxos dentro da tradição hinduísta eram: Samkhya, Yoga, Nyaya, Vaisheshika, Purva Mimansa e Uttara Mimamsa, este último bem mais recente que os demais e conhecido como “Vedanta”.

PATANJALI – O COMPILADOR DO SISTEMA DA YOGA

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Os Sutras da Yoga, de autoria atribuída a um sábio de nome Patanjali, formam a obra fundamental do sistema filosófico da Yoga. Resumem aquilo que se convencionou chamar de Ashtangayoga, e que Swami Vivekananda popularizou como “Raja Yoga”.

Patanjali teria sido o compilador dos Yoga Sutras, que, segundo a tradição, é o resumo e o resultado de alguns séculos de debates entre filósofos e praticantes da Yoga. Não se sabe a data precisa de sua redação original, mas o estilo clássico da versão atual indica que esta última pode ter sido reescrita durante a dinastia Gupta, entre os séculos III e V d.C. O conteúdo, no entanto, sugere que sua composição deve ter ocorrido bem antes disso, por volta do século IV ou V a.C. quando o Budismo ainda estava em seus primórdios.

Estima-se que Patanjali viveu entre os anos de a.C. e 400 a.C. Existem diversas lendas sobre ele, inclusive uma que afirma ser ele uma encarnação do deus serpente Ananta, ou ainda uma serpente que, desejando ensinar a Yoga ao mundo, caiu dos céus nas palmas das mãos abertas de uma mulher, que, por sua vez, chamou-o de Patanjali.

Seus ensinamentos básicos concordam com a ortodoxia Brahmanica, que está apoiada nos Vedas e subsequentes textos interpretativos. Por essa razão, a Yoga é considerada um dos seis Sistemas Filosóficos que compõem a ortodoxia folosófica da Índia. Cabe dizer, porém, a título de informação, que, dentre os demais Sistemas, chamados heterodoxos, encontramos produções cuja profundidade filosófica e alcance histórico igualaram ou mesmo superaram a ortodoxia, como é o caso do Jainismo e do Budismo.

Swami Vivekananda (1863-1902) – O Introdutor da Ciência Yogue no Ocidente

O Yoga Journal nos explana que Swami Vivekananda, discípulo do santo hindu Ramakrishna, se levantou para se dirigir ao primeiro Parlamento Mundial das Religiões em Chicago, ele não apenas introduziu o yoga no Ocidente, mas também criou uma sensação. “Irmãs e irmãos da América”, ele começou, provocando aplausos estrondosos dos quase 7.000 participantes; Ele ganhou muitos elogios na imprensa americana – o New York Critic o chamou de “um orador por direito divino” – e percorreu o país por quatro anos, dando palestras sobre filosofia hindu, especialmente jnana, bhakti, karma e raja yoga. Ele se tornou um herói nacional em sua Índia natal e estabeleceu a Missão Ramakrishna lá, bem como a Sociedade Vedanta nos Estados Unidos.

Para mais informações sobre esse grande Ser de Luz, visite www.vedanta.org e www.ramakrishna.org.

 

PARAMAHANSA YOGANANDA (1893-1952) – O PAI DA YOGA NO OCIDENTE

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Nascido na Índia em 5 de janeiro de 1893, Paramahansa Yogananda devotou sua vida a ajudar pessoas de todas as raças e credos a compreender e manifestar mais plenamente a beleza do espírito humano.

Por meio de seus ensinamentos, Sri. Yogananda contribuiu extensamente para desenvolver, no Ocidente, um maior entendimento e apreço da sabedoria espiritual do Oriente. Hoje, a obra humanitária e espiritual por ele iniciada continua sob a direção de Irmão Chidananda, presidente da Self-Realization Fellowship/ Yogoda Satsanga Society of India desde 2017.

De sua sede internacional em Los Angeles (Califórnia), a associação publica conferências, obras escritas e palestras informais de Paramahansaji (inclusive uma série abrangente de lições sobre a ciência da meditação, denominada Kryia Yoga, a forma mais específica da Raja Yoga, e a arte de viver de acordo com os princípios espirituais) e supervisiona as atividades de suas comunidades monásticas, templos, retiros e centros de meditação, além do funcionamento do Círculo Mundial de Orações.

Paramahansa Yogananda é autor do Best-Seller Autobiografia de um Iogue, e muitas outras obras maravilhosas que nos trazem respostas para muitas reflexões sobre a existência, na minha humilde opinião, as almas buscadoras realmente deveriam ler pelo menos uma obra do grande Mestre para entender quanta Luz ele nos trouxe.

Para mais informações sobre esse grande Mestre de Luz, você pode acessar o site: www.yogananda.org

OS ERROS COMETIDOS NA PRÁTICA DA YOGA

A prática indiscriminada da Yoga induz muitos praticantes a erros de método que podem causar danos ao organismo físico e psíquico. Contudo, o erro mais frequente é de natureza conceitual, fazendo uma boa parte dos praticantes considerar que a perfeição do corpo é imprescindível para a prática adequada da Yoga.

Os Sutras tornam evidente o fato de que a Yoga é uma disciplina que trabalha com a mente, e que o corpo é apenas uma ferramenta adicional para o correto desempenho prático.

Fica claro, que um deficiente físico está tão apto à prática da Yoga quanto um saudável atleta, desde que em ambos exista uma sincera disposição à disciplina do pensamento e o comportamento.

A prática da Yoga também não exige a clausura ou o isolamento do praticante senão nos momentos de meditação, quando é conveniente a ausência de perturbações no local do exercício. No mais, ele pode, e até deve, ser realizado dentro do ambiente social habitual do yogue. Ao seguir os preceitos da Yoga, seu praticante descobre maneiras mais adequadas para a vida comunitária.

COMO SE DÁ A PRÁTICA DO SISTEMA DA YOGA

Como praticar yoga

Começa com cinco preceitos de ordem ética:

1. Praticar a não violência (ahimsa)
2. Firmar compromisso com a verdade (satya)
3. Não roubar (asteya)
4. Viver uma vida devotada ao estudo e à espiritualidade (brahmacarya)
5. Livrar-se da cobiça (aparigraha)

OS VÁRIOS CAMINHOS DA YOGA

A Yoga tem vários caminhos que levam ao objetivo – cada um é um ramo especializado do mesmo sistema abrangente. Paramahansa Yogananda explana as variadas formas da seguinte maneira:

Hatha Yoga — sistema de asanas ou posturas físicas cujo propósito maior é purificar e preparar o corpo para a meditação, proporcionando consciência e controle sobre os estados internos.

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Karma Yoga — caminho do serviço altruísta sem apego a ações e resultados, considerando tudo e todos como parte do Eu maior e tendo a consciência de que Deus é o Autor.

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Mantra Yoga — interiorização da consciência com japa ou repetição dos sons básicos universais que representam determinado aspecto do Espírito.

mantra yoga

Bhakti Yoga — devoção de total entrega; a pessoa se esforça por ver e amar a divindade em tudo e todos, assim mantendo um estado de permanente adoração.

Gyana (Jnana) Yoga — caminho da sabedoria, enfatizando o uso da inteligência e do discernimento para alcançar libertação espiritual.

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Raja Yoga — caminho régio ou mais elevado, imortalizado por Bhagavan Krishna no Bhagavad Gita e formalmente sistematizado no século 2 a.C. por Patânjali, sábio indiano, combina a essência de todos os outros caminhos.

A SENDA ÓCTUPLA DA YOGA

Os oito componentes da Yoga são apresentados como destruidores das impurezas que bloqueiam o brilho do conhecimento decorrente do discernimento. Os famosos oito componentes da Yoga são. Vamos analisar cada uma de acordo com o conhecimento do Pai da Yoga no Ocidente – Paramahansa Yogananda:

1. Yama (conduta moral, evitar ações imorais)
2. Niyma (observâncias religiosas)
3. Asanas (postura correta para o controle do corpo e da mente)
4. Pranayama (controle do prana ou energia vital)
5. Pratyahara (interiorização da mente)
6. Dharana (concentração)
7. Dhyana (meditação)
8. Samadhi (união divina)

yoga samadhi

YAMA – O PODER DA RESISTÊNCIA MENTAL

Esse primeiro passo do Caminho Óctuplo realiza-se pela observação dos “imperativos negativos: abster-se de ferir os outros, da falsidade, do roubo, da incontinência e da cobiça. Entendidas no pleno sentido de seus significados, essas proscrições abrangem toda a conduta moral. Observando-as, o iogue evita as dificuldades primordiais ou fundamentais que poderiam bloquear seu progresso para a Autorrealização. Romper as regras da conduta moral não cria apenas infelicidade no presente, mas também efeitos cármicos muito duradouros que prendem o devoto ao sofrimento e à limitação mortal. O poder da resistência mental luta contra os desejos de ser indulgente com o comportamento contrário à lei espiritual e ajuda a neutralizar os efeitos cármicos dos erros passados.

NIYAMA – O PODER DA ADESÃO MENTAL

O segundo passo refere-se às observâncias religiosas, representa o poder que tem o devoto de aderir às prescrições espirituais de niyama, os “imperativos afirmativos”: pureza do corpo e mente, contentamento em todas as circunstâncias, autodisciplina, estudo de si mesmo (contemplação) e devoção a Deus. Esse poder mental fornece ao iogue um exército de autodisciplina espiritual positiva para derrotar os maléficos batalhões dos modos e efeitos do mau karma passado, que produzem infelicidade.

ASANA – A POSTURA CORRETA PARA O CONTROLE CORPORAL E MENTAL

O terceiro passo se dá por meio do equilíbrio do corpo, porque a postura correta é essencial à prática do controle da força vital pelo iogue. Assim asana apoia a capacidade de invocar a divina energia vital na preparação para a prática de pranayama, ou controle da força vital. Asana prescreve a postura correta necessária à meditação iogue. Embora muitas manifestações se hajam desdobrado, o fundamento básico é corpo estável, com a coluna vertebral ereta, reta; queixo paralelo ao solo; ombros para trás, peito saliente, abdome retraído; e olhos focalizados no centro entre as sobrancelhas. O corpo precisa ficar silencioso e imóvel, sem sofrer pressões ou tensões. Uma vez dominada, a postura correta torna-se, como disse Patanjali “firme e agradável”. Ela confere o controle do corpo e a tranquilidade física e mental, capacitando o iogue a meditar durante horas, se o desejar sem fadiga nem inquietude.

PRANAYAMA – O CONTROLE DA ENERGIA VITAL

A força vital é a conexão entre a matéria e o Espírito. Ao fluir para o exterior, revela o mundo dos sentidos, supostamente sedutor; invertida e voltada para o interior, puxa a consciência para a bem-aventurança de Deus, que satisfaz eternamente. O devoto que medita, senta-se entre esses dois mundos, empenhando-se em ingressar no reino de Deus, mas mantendo-se em guerra com os sentidos. Com o vitorioso esforço de reverter a energia vital que flui para o exterior e que externalizou sua consciência na atividade da respiração, do coração e das correntes vitais escravizadas pelos sentidos. Ele penetra no domínio interior natural, tranquilo, da alma e do Espírito. O Controle da Força Vital é o guerreiro que desarma e torna impotente o exército sensorial da mente cega.

PRATYAHARA – A INTERIORIZAÇÃO DA MENTE

O quarto passo é retirar a consciência dos sentidos, o resultado da prática bem-sucedida de pranayama ou controle da força vital que ativa os sentidos e leva as mensagens deles ao cérebro. Quando o devoto alcança pratyahara, a vida é desligada dos sentidos, e a mente e a consciência são silenciadas e interiorizadas. A interiorização fornece ao iogue aquela firmeza da tranquilidade mental que impede os hábitos pré-natais do exército dos sentidos de causarem a repentina dispersão da mente sobre o mundo material.

DHARANA – CONCENTRAÇÃO

O quinto passo é a concentração na concepção interior da própria pessoa, e depois evoluindo para a concepção cósmica – conceber a imensidão do Espírito, onipresente em toda a criação e para além dela.

DHYANA – MEDITAÇÃO

O sétimo passo é a Meditação, que é a concentração em Deus. O termo é usado em sentido geral para designar a pratica de qualquer técnica para interiorizar a atenção e focalizá-la em algum aspecto de Deus. Em sentido específico, a meditação refere-se ao resultado final da prática bem-sucedida dessas técnicas: a experiência direta de Deus por meio da percepção intuitiva. No estado mais profundo de meditação, tem-se a experiência do oitavo passo no caminho da Yoga: samadhi, comunhão, unidade com Deus.

SAMADHI – A UNIÃO DIVINA

O oitavo passo e mais elevado da Senda Óctupla da Yoga, delineada pelo sábio Patanjali. Atinge-se o samadhi quando a pessoa que medita, o processo da meditação (pelo qual a mente se retira dos sentidos pela interiorização) e o objeto da meditação (Deus) tornam-se Um. Paramahansa Yogananda explicou que “nos estágios iniciais de comunhão com Deus (Sabikalpa Samadhi), a consciência do devoto funde-se no Espírito Cósmico; sua força vital retira-se do corpo, que parece “morto”, ou imóvel e rígido. O iogue tem plena consciência de sua condição física de animação suspensa. Todavia, à medida que progride para estados espirituais mais elevados (Nirbikalpa Samadhi), ele comunga com Deus sem a imobilidade do corpo e o faz em seu estado comum de vigília, mesmo em meios aos exigentes deveres mundanos”. Ambos os estados caracterizam-se pela união com a bem-aventurança sempre nova do Espírito, mas o estado de Nirbikalpa Samadhi só é experimentado por mestres de altíssimo adiantamento.

A YOGA É PARA TODOS

Yoga é para todos

A prática da Yoga foi globalizada e não cabe mais a expressão de que isso se aplica melhor à um oriental do que à um ocidental. A Yoga é uma ciência universal aplicada a todos, orientais e ocidentais, e por onde podemos nos reconectar ao Todo.

Paramahansa Yogananda nos convida a refletir: “Nasça um homem na Índia ou na América, um dia terá que morrer. Por que não aprender a “morrer diariamente” em Deus, como São Paulo? (I Coríntios 15:31.) A Yoga ensina o método. O homem vive no corpo como um prisioneiro: esgotado seu prazo, sofre a indignidade de ser despejado. Amar o corpo é, portanto, a mesma coisa que amar a prisão. Há muito tempo acostumados a viver no corpo, esquecemos o que significa a verdadeira liberdade. Ser Ocidental não é desculpa para não buscar a liberdade. É vital para todo homem a descoberta de sua alma e o conhecimento de sua natureza imortal. A Yoga mostra o caminho.”

Referências:

PATANJALI. Os Yoga Sutras de Patanjali. São Paulo. Ed: Mantra, 2015.

YOGANANDA, Paramahansa. O Bhagavad Gita – Deus fala com Arjuna – Vol. I. Los Angeles – California (USA). Self-Realization Fellowship, 2019.

YOGANANDA, Paramahansa. A Eterna Busca do Homem – Como perceber Deus na vida diária. Los Angeles – California (USA). Self-Realization Fellowship, 2001.

CATALFO, Phil. Swami Vivekananda. Yoga Journal. 2017. Disponível em: <https://www.yogajournal.com/yoga-101/swami-vivekananda>. Acesso em: 10 de outubro de 2019.

Randressa Nogueira

A Randressa acredita em um mundo melhor através da vibração do Amor Universal, está diretamente engajada em auxiliar o próximo no que se refere ao seu autoconhecimento, autodomínio e expansão da consciência, pois enxerga todos como parte de si mesma, seu lema é “Você é o Todo! Somos todos Um!”. Ela é advogada; especialista em marketing de conteúdo, design e praticante de meditação.
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